CGE identifica servidores com acúmulo indevido de cargos

Controladoria-Geral do Estado espera gera economia de R$ 333 mil ao Governo com supressão das irregularidades identificadas.

27/04/2016 16:39h

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A Controladoria-Geral do Estado do Piauí (CGE) concluiu a primeira etapa da avaliação da folha de pagamento de servidores do Estado. O trabalho, que será feito de forma permanente e contínua, foi dividido em etapas para dar maior efetividade ao processo.

A revisão será executada nas maiores secretarias do Governo. A primeira delas foi a Secretaria Estadual de Educação e Cultura (Seduc), onde a CGE identificou a existência de servidores com acúmulo indevido de cargos. 

De acordo com o controlador-geral do Estado, Nuno Bernardes, a partir da identificação e posterior supressão das irregularidades será possível gerar uma economia de R$ 333 mil por mês aos cofres aos cofres públicos do Estado. 

Nuno Bernardes, controlador-geral do Estado (Foto: Assis Fernandes / O DIA)

Nuno afirma que o trabalho de reexame da folha de pagamento foi solicitado pelo próprio governador e pelo secretário de Administração, Franzé Silva.

"Nossa intenção é ajudar o secretário de Administração, responsável por gerir a folha, bem como o secretário de Fazenda, responsável pelo pagamento, a encontrar meios e mecanismos que possam reduzir as despesas de custeio da máquina administrativa, de modo que sobrem mais recursos para investimentos”, destaca Nuno Bermardes.

Segundo o controlador-geral, os servidores que estão acumulando cargos de forma indevida serão notificados imeadiatamente.

“Nesse trabalho foi detectado, dentre outros, que muitos servidores possuem, há vários anos, acumulação de cargos que, a priori, é vedada pela lei e pela jurisprudência, bem como servidores que já ultrapassaram a idade máxima de permanência no serviço público. Esses servidores serão notificados para que apresentem o contraditório e a ampla defesa”, explicou o controlador, ao acrescentar que o trabalho consistiu em um cruzamento de dados dos servidores com vínculo estadual e federal, dentre outras medidas.

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Por: Cícero Portela