Cabo Claudemir: advogado pede novo adiamento de julgamento

O réu Igor Andrade de Sousa pode não ir a júri popular novamente, porque seu advogado deixou o caso e o novo representante pediu pais tempo para se inteirar do processo.

28/06/2019 09:09h - Atualizado em 28/06/2019 09:23h

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O julgamento de Igor Andrade de Sousa, acusado de participar da morte do cabo Claudemir de Paula Sousa, do Bope, (foto ao lado) em dezembro de 2016, pode voltar a ser adiado. Era para Igor ter ido a júri popular no último dia 17 de junho, mas a sessão não aconteceu porque seu advogado de defesa, Arnaldo Ferreira Júnior, alegou que não poderia comparecer devido a problemas de saúde.

A data foi, então, remarcada para esta sexta-feira (28), mas há possibilidade de o julgamento não acontecer novamente, porque o advogado Arnaldo Júnior deixou o caso ontem e o novo representante legal de Igor, que assumiu o processo, voltou a pedir o adiamento do júri, alegando que não teve tempo suficiente para se inteirar da peça judicial e preparar sua defesa no tribunal.

A informação foi confirmada pela assessoria do Tribunal de Justiça do Piauí, mas ainda não se sabe se a sessão será mesmo adiada ou não. É que no dia em que houve o primeiro adiamento, o juiz Antônio Reis Nolêto, que preside o julgamento, determinou o encaminhamento do processo para a Defensoria Pública, para que caso o advogado de Igor não pudesse comparecer novamente, o andamento processual não ficasse prejudicado e a defesa pudesse ser feita por algum representante público.

Até as nove horas desta sexta-feira (28), o juiz ainda não havia dado nenhum despacho a respeito do adiamento ou não do julgamento de Igor Andrade. O réu responde por homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. As investigações da Polícia Civil apontaram que foi Igor quem forneceu as armas e os veículos usados pelos criminosos que tiraram a vida do cabo Claudemir.

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Por: Maria Clara Estrêla

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