Em protesto, profissionais da educação de Teresina cobram direitos à Prefeitura

Entre as reivindicações, os profissionais pedem equipamentos de segurança e testagem contra a Covid-19 nas escolas da capital.

14/10/2021 15:40h

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Profissionais da educação de Teresina estão insatisfeitos com a administração pública municipal quanto aos direitos garantidos pela classe. Na manhã desta quinta-feira (14), professores protestaram em defesa da educação e de melhores condições de trabalho, em frente a Secretaria de Educação de Teresina (Semec). Entre as reivindicações, os profissionais pedem equipamentos de segurança e testagem contra a Covid-19 nas escolas da capital.

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (SINDSERM), Sinésio Soares, essa é mais uma tentativa da classe de chamar a atenção da Prefeitura em relação aos direitos dos profissionais da educação.

“Esse é um convite a todos os servidores municipais a se rebelarem contra as atitudes do prefeito Dr. Pessoa, que não concedeu a revisão geral anual e nem as mudanças de nível que são um direito da categoria”, disse o presidente, que chamou a atenção para os motivos da manifestação, que vão desde condições melhores de trabalho e questões salariais.

O SINDSERM acionou o Ministério Público do Trabalho, que acatou a denúncia contra a Prefeitura sobre o descumprimento das normas de segurança sanitárias sobre o retorno das aulas presenciais. O MPT deu um prazo de 10 dias para que a SEMEC apresente um documento detalhado sobre os fatos denunciados, quantas e quais escolas municipais retornaram para as atividades presenciais.

De acordo com o diretor do SINDSERM, Joaquim Monteiro, a Prefeitura não disponibilizou kits e testes contra a Covid para os profissionais da educação e alunos. A classe denuncia que não houve a compra de EPI’s para os servidores.

“Falta o prefeito chamar para a negociação. Ainda no começo da gestão, em janeiro, apresentamos nossas reivindicações e não tivemos respostas. A Semec já nos recebeu, mas quase nenhuma das nossas propostas foram aceitas”, relata o diretor. 

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