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Homem é preso após expor órgão genital para funcionária de supermercado em Teresina

Um homem identificado como Antônio Cláudio da Silva, de 52 anos, foi preso nesta quinta-feira (25) por importunação sexual após mostrar o órgão genital para uma funcionária de um supermercado, na zona Norte de Teresina. O mandado de prisão preventiva foi expedido após a investigação constatar que a vítima passou pela situação reiteradas vezes. O suspeito já havia sido preso em abril deste ano por praticar o mesmo tipo de crime contra uma criança de apenas cinco anos.

Divulgação/PC-PI
Homem é preso após expor órgão genital para funcionária de supermercado em Teresina

A prisão foi realizada por equipes da Polícia Civil do Piauí, por meio da 3ª Delegacia Seccional de Teresina. De acordo com as investigações, o homem frequentava o supermercado e, em diversas ocasiões, expunha o órgão genital para uma funcionária do estabelecimento, causando constrangimento e insegurança à vítima.

Conforme a polícia, os episódios ocorreram de forma repetida, o que levou à instauração de inquérito policial e à representação pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi aceito pela Justiça diante da reincidência da conduta e do risco de novas ocorrências.

Durante as investigações, os policiais constataram que o suspeito já possuía histórico recente pelo mesmo crime. Em abril deste ano, ele foi preso após ser flagrado praticando atos obscenos na frente de uma criança em também na zona Norte de Teresina. Na ocasião, imagens registradas por populares ajudaram na identificação e localização do homem.

Segundo a Polícia Civil, a nova prisão busca impedir que o investigado continue praticando crimes da mesma natureza. Após ser localizado, ele foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

A importunação sexual é caracterizada pela prática de ato libidinoso sem o consentimento da vítima, com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiros. O crime está previsto no artigo 215-A do Código Penal e prevê pena de um a cinco anos de reclusão.