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Wellington Dias descarta pressão política na base e atribui desistência de Iasmin a decisão pessoal

De acordo com Wellington Dias, o convite para que Iasmin integrasse a chapa partiu do próprio pré-candidato ao Senado e da senadora Jussara Lima

26/06/2026 às 12h14

26/06/2026 às 12h14

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O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, negou que tenha havido resistência interna do Partido dos Trabalhadores (PT) ao nome de Iasmin Dias, sua filha, para ocupar a primeira suplência da pré-candidatura do deputado federal Júlio César ao Senado Federal nas eleições de 2026. Segundo o ministro, a decisão de Iasmin de não integrar a chapa foi espontânea e contou com seu apoio.

Wellington Dias descarta pressão política na base e atribui desistência de Iasmin a decisão pessoal - (Assis Fernandes / O DIA) Assis Fernandes / O DIA
Wellington Dias descarta pressão política na base e atribui desistência de Iasmin a decisão pessoal

As declarações foram dadas nesta sexta-feira (26), após a definição do diretório estadual do PT pelo nome da ex-vereadora Rosário Bezerra para a vaga de primeira suplente na chapa encabeçada por Júlio César.

De acordo com Wellington Dias, o convite para que Iasmin integrasse a chapa partiu do próprio pré-candidato ao Senado e da senadora Jussara Lima. No entanto, ele afirmou que a filha sempre priorizou a construção de uma solução consensual dentro do partido.

“Iasmin Dias, todos sabem, na verdade, havia um convite do deputado Júlio César para que o Partido dos Trabalhadores apresentasse o nome e ele pessoalmente com a senadora Jussara fizeram uma conversa com ela, nós temos uma relação de proximidade, não só política, enfim. Agora, ela sempre, como eu disse, ela se colocava no sentido de uma solução, não de uma disputa”, afirmou ao O Dia.

Segundo o ministro, quando outros nomes passaram a ser discutidos internamente no PT, Iasmin optou por apoiar a indicação de Rosário Bezerra.

“Quando o partido abriu e se apresentaram opções aqui ela de forma muito espontânea, vendo ali, por exemplo, o nome da Rosário Bezerra, ela prontamente declarou perante o partido e o pré-candidato Júlio e a senadora Jussara, enfim o PSD e outros partidos ali o apoio dela. E tem meu apoio, ou seja, a minha posição é de apoio à decisão partidária na perspectiva de trabalhado”, declarou.

Questionado sobre possíveis resistências dentro do PT à indicação de Iasmin Dias, Wellington Dias descartou qualquer divergência e afirmou que o partido apenas seguiu o processo interno de definição do nome.

“Nenhuma resistência. Na verdade, o que teve foi a condição de uma opção apresentada perante o partido. Tinha lá um prazo de inscrição, enfim, e ali quando, para não alterar o regramento, ali eu gostei porque também tinham outras pré-candidaturas existentes também firmaram ali compromisso em nome da querida Rosário Bezerra”, explicou.

O ministro ressaltou ainda que tanto ele quanto Iasmin estarão engajados na campanha da base aliada nas eleições de 2026.

“Tanto eu como a Iasmin vamos estar de corpo e alma trabalhando para alcançar a vitória também, tanto em relação a Júlio César, como o Marcelo Castro, Rafael e Lula, o time do povo”, finalizou.

A escolha de Rosário Bezerra foi oficializada nesta semana pelo diretório estadual do PT e será submetida às convenções partidárias que irão homologar a chapa majoritária da base governista para as eleições de 2026.