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Adolescente denuncia suposta agressão de guardas municipais no Porto Alegre

Uma mulher, que preferiu não se identificar, denunciou ao O Dia que seu filho, um adolescente de 16 anos, foi supostamente agredido por agentes da Guarda Civil de Teresina (GCM) da Ronda Municipal (ROMU). Segundo ela, o episódio de agressão foi registrado na noite dessa quarta-feira (21) no bairro Porto Alegre, zona Sul de Teresina.

No vídeo, a mãe alega que o filho foi agredido durante uma abordagem de segurança, bem como o jovem teve o celular quebrado durante a ação. É possível ver ainda o que o adolescente tem várias marcas de hematomas pelo corpo.

Reprodução / Redes Sociais
Adolescente de 16 anos é agredido durante abordagem policial no Porto Alegre

“Olha o que fizeram com meu filho nesse instante. Ele é um menor de 16 anos. Ele ia saindo, quebraram o celular dele, tem documento, não é roubado, tem a bicicleta e fizeram isso com meu filho de 16 anos. É certo isso?”, disse a mulher no vídeo.

VEJA O VÍDEO:

Outro lado

A reportagem do O Dia entrou em contato com a assessoria de comunicação da GCM. A corporação alega desconhecer os supostos relatos de agressão ao jovem de 16 anos. Entretanto, a GCM reitera que repudia veemente qualquer forma de violência ou abuso de autoridade. Confira a nota na íntegra:

A Coordenadoria Municipal de Segurança Pública Social e Patrimonial desconhece a ação atribuída à Guarda Civil Municipal de Teresina sobre a suposta agressão a um adolescente. Nas próprias imagens, inclusive, não há nada que comprove a participação de agentes da corporação. 

A Coordenadoria Municipal de Segurança Pública reforça que repudia veementemente qualquer forma de violência ou abuso de autoridade, bem como a atribuição de um caso tão grave aos guardas municipais. 

Possíveis excessos, por parte da corporação, devem ser repassados para a Ouvidoria na própria sede da GCM ou através do número 86 3221-7043 para a devida apuração pela Corregedoria e adoção de medidas cabíveis. 

O comando da GCM reitera o compromisso com a segurança e o bem-estar da população e enfatiza que nossa gestão não compactua com práticas que violem os direitos individuais ou a integridade física e emocional dos cidadãos.