Eleição do TCE: Nayara Negreiros defende equilíbrio entre perfil técnico e político

A advogada aposta na sua experiência com gestores municipais ao ser apresentar como candidata.

13/09/2021 16:22h - Atualizado em 13/09/2021 17:07h

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A advogada Nayara Negreiros, candidata ao cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), defendeu que equilíbrio entre o perfil técnico e político deve ser o critério utilizado pelos deputados no momento da votação na próxima quinta-feira (16). Nayara marcou presença desta segunda-feira (13) na rodada de entrevista do programa O Dia News, da O Dia Tv.


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Nayara Negreiros foi bancária e atuou durante sete anos como assessora de controle externo no Tribunal de Contas do Piauí. Iniciou na advocacia e logo de especializou nas pautas municipalistas. Ela atua ainda como professora de cursos de graduação e pós-graduação na área do direito.

Foto: Jailson Soares / O Dia 

A advogada aposta na sua experiência com gestores municipais ao se apresentar como candidata. “Meu perfil traz o equilíbrio entre a visão do controle externo e a visão dos gestores municipal. O advogado municipalista atua muito mais como contencioso, ele é na verdade um consultor do gestor. Ele está ali para trazer segurança nas decisões, trazendo o aspecto técnico e legais no momento da tomada de decisão”, disse. 

Nayara defende o papel de fiscalizador do Tribunal de Contas, mas acrescenta que a punição para atos de corrupção deve ser exaltado para servir como ferramenta de educação para a sociedade e os gestores. 

“O crime hoje é uma escolha feita racionalmente por aquele que quer cometer, no caso, a corrupção. Quando o corrupto escolhe seguir por esse lado, ele já balizou os prós e os contras e verificou que vale muito a pena seguir por esse caminho. Temos que combater não as pessoas, mas essa ideologia, esse pensamento”, afirmou. 

A advogada Nayara Negreiros comentou ainda que o processo de escolha de conselheiros para o TCE pela Alepi deve ser revisto, para que o número de deputados não sobreponha os profissionais técnicos na corte de contas. “Não haveria um prejuízo total desde que um número de conselheiros político que venham da carreira de deputado não ultrapassasse mais da metade, para que a gente possa ter aqui um corpo técnico equilibrado”, finalizou. 

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