Regina Sousa critica "violência" de presidenciável Ciro Gomes após ataques a Lula

Nesta manhã Ciro ratificou sua candidatura ao Planalto em coletiva e afirmou ser vítima de uma "virulenta campanha nacional e internacional"

26/09/2022 12:57h

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A Governadora Regina Sousa criticou no início da tarde desta segunda (26), os ataques do candidato a Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), ao Partido dos Trabalhadores e ao também presidenciável Lula. Nesta manhã Ciro ratificou sua candidatura ao Planalto em coletiva e afirmou ser vítima de uma "virulenta campanha nacional e internacional" para que saísse da disputa, o ex-governador do Ceará repetiu ataques aos adversários e voltou a criticar a investida petista pelo voto útil.

Regina Sousa lembrou os momentos de parceria entre o PT e Ciro Gomes. O político cearense foi Ministro da Integração no primeiro governo de Lula. “O Ciro é uma pessoa que infelizmente debandou, é uma cabeça, é inteligentíssimo, foi ministro de Lula, foi ministro de Dilma e se tornou essa pessoa violenta verbalmente. Não entendo o porquê de tanta violência, de certa forma colaborando com Bolsonaro que também é violento, ele está ficando muito parecido com ele infelizmente”, afirmou Regina Sousa.

FOTO: Assis Fernandes/ O DIA

Ciro voltou a dizer que Jair Bolsonaro (PL) não existiria sem os governos petistas, e que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "não sobreviveria em sua ameaçadora decadência" sem os "desatinos criminosos de Bolsonaro".

"As máquinas poderosas do lulismo e do bolsonarismo estão conseguindo ludibriar a percepção popular, passando a falsa ideia que de apenas um pode derrotar o outro, e que esse passo atrás é o único meio de levar o País adiante", disse o candidato

FOTO: Francisco Cepeda /SBT/Divulgação

Reta final de campanha

A Governadora, que já coordenou campanhas de Wellington Dias para o Governo do Piauí, avaliou a reta final da campanha de Rafael Fonteles e revelou que o momento é de estratégia. “Ajudo no que eu posso ajudar, mas é a Regina colaboradora. Já fui coordenadora muitas vezes, a última semana é de estratégia, de pensar o que ainda pode ser feito e fazer, exatamente o que a coordenação tem feito agora”, concluiu. 

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