Weverton Rocha acredita que terá apoio de 100 prefeitos no Maranhão

O senador disse que sofreu investidas do governo sobre prefeitos que declaravam apoio a sua pré-candidatura

06/06/2022 16:15h - Atualizado em 06/06/2022 16:34h

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O senador Weverton Rocha, pré-candidato a governador do Maranhão pelo PDT, acredita que chegará a convenção que deve homologar sua candidatura no mês de agosto com apoio de 100, dos 217 prefeitos do estado. A projeção de Weverton é feita após receber o apoio do deputado federal Josimar Maranhãozinho, que se retirou da disputa e declarou apoio ao pedetista. 

Durante entrevista ao apresentador Douglas Cordeiro, no programa O Dia News, da O Dia Tv, nesta segunda-feira (06/06), Weverton Rocha acusou a base de Flávio Dino de atuar para retirar apoio de prefeitos de sua pré-candidatura, porém, com a adesão do PL novas  gestores municipais devem chegar.

“Debaixo de toda a pancadaria que o Palácio dos Leões partiu para cima de mim ao reafirmarmos nossa pré-candidatura no final do ano, temos um bom número de prefeitos. Eu tinha 80 prefeitos me apoiando. Tiraram vários, fiquei com 53. Só que agora, com a vinda do PL, o deputado Josimar tem um grupo enorme. Estamos na expectativa de chegar na convenção com quase 100 prefeitos”, disse.

Foto: Jailson Soares / O Dia

Weverton Rocha comentou que seu nome representa uma frente ampla contra o candidato do governo, Carlos Brandão, que foi vice de Dino. Ele demonstrou que foge da polarização nacional entre apoiadores de Lula e Bolsonaro. “Recebi o apoio do Josimar Maranhãozinho, do PL, partido do Bolsonaro. Eu sou do PTD de Ciro Gomes e tenho o apoio da militância do PT, pela relação política que sempre tive com o presidente Lula”, resumiu. 

O senador pontuou que o combate a miséria e aos índices negativos do Maranhão será o principal debate que irá travar no pleito eleitoral. Para ele, Flávio Dino errou na condução de programas de erradicação da fome no estado, enquanto aponta acertos do ex-aliado. Weverton, contudo, disse que não pretende “olhar para trás” caso chegue ao Palácio dos Leões. 

“Uma das coisas que nos afastou dele (Flávio Dino) e fez ele perder nosso apoio foi a falta de humildade em assumir alguns erros. Ele acertou em algumas agendas, mas errou em outras. A exemplo a pobreza no Maranhão, os índices ainda são muito ruins. Não quero olhar para trás. Quero fazer um governo arrojado”, comentou. 

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