Eleição do TCE: José Cardoso defende função pedagógica da corte

Sobre a eleição de políticos para o cargo, José Cardoso afirmou que os servidores da corte sempre veem com preocupação a chegada de um de um político

14/09/2021 15:28h - Atualizado em 14/09/2021 16:29h

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O auditor José Cardoso, candidato ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Piauí (TCE-PI), defendeu que a função pedagógica da corte de conta deve ser impulsionada para o combate a corrupção no estado. Ele foi o nono candidato presente na rodada de entrevista do programa o Dia News, da O Dia Tv.

José Cardoso é formado em Administração pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e especialista em controle externo. Desde 1995 atua na fiscalização de recursos públicos no TCE-PI e atualmente é o presidente Associação dos Auditores de Controle Externo do Piauí (AUD/TCE-PI). 


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“Tenho tanto o conhecimento externo como o conhecimento da legislação. Diante dessa união, isso facilita na sensibilidade na hora de julgar, de tomar as decisões. O TCE deve estar junto aos gestores não só punindo, mas também com o papel pedagógico, nas políticas públicas”, se apresentou durante a entrevista.


Foto: Jailson Soares / O Dia 

Ele pontuou que a sua participação na disputa tem como objetivo chamar atenção da sociedade civil para que o cidadão possa se sentir encorajado a participar. O candidato defendeu ainda que poder público fomente essa participação para aumentar a representatividade e garantir maior credibilidade nas decisões do TCE. 

“Muito se reclama do sistema político, da intromissão política nos tribunais de contas, mas quando se abre um processo de escolha a gente tem que participar. É chegada a hora, pela primeira vez, da Associação (dos Auditores), independentemente do resultado”, disse. 

Sobre a eleição de políticos para o cargo, José Cardoso afirmou que os servidores da corte sempre veem com preocupação a chegada de um conselheiro de carreira política. “Os servidores acompanham com certa preocupação, não tenha dúvida, porque esses agentes políticos quando chegam no Tribunal de Contas eles têm uma relação de vínculos. Isso não significa necessariamente as decisões que irão tomar sejam viciadas, mas causa uma preocupação ao quadro técnico”, explicou. 

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