Eleição para desembargador: Claudia Paranaguá defende atuação humanística do Judiciário

A representatividade feminina nas diferentes instâncias de poder também é uma das pautas levantadas pela candidata.

23/09/2021 17:48h - Atualizado em 23/09/2021 18:03h

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A atuação humanística no Judiciário é o principal compromisso da advogada Cláudia Paranaguá, candidata ao cargo de desembargadora no Tribunal de Justiça do Estado do Piauí pelo Quinto Constitucional da Advocacia. Ela foi a segunda entrevistada nesta quinta-feira (23) da rodada de entrevista com os candidatos realizada pelo programa O Dia News, da O Dia Tv.


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Cláudia Paranaguá iniciou na carreira advocatícia há 35 anos. A profissional entende que o direito é uma ciência, mas que possui sua função humanística nas decisões e soluções de conflitos. A representatividade feminina nas diferentes instâncias de poder também é uma das pautas levantadas pela candidata.

Foto: Jailson Soares / O Dia

“Precisamos, em um país democrático como o nossos, oxigenar todas as instituições de poder. Precisamos que os tribunais, por exemplo, tenham a visão heterogênea, onde passamos pensar em um colegiado plural para termos visões diferentes da sociedade para uma melhor prestação jurisdicional”, afirmou Cláudia Paranaguá. 

A advogada comentou que o TJPI precisa de novos meio para aproximar o Judiciário da sociedade e dos advogados. Para ela, o direito é dinâmico e necessita que novas soluções sejam utilizadas. As novas tecnologias também são apontadas pela advogada como ferramentas a serem implantadas no tribunal.

Foto: Jailson Soares / O Dia

“No Tribunal de Justiça, nos gabinetes, é preciso um protocolo interno com relação aos processos, porque os processos ficam paralisados. Na medida em que a gente sabe como é que esse processo, quanto tempo ele vai ficar em cada momento processual, o processo vai fluindo naturalmente”, disse. 

Cláudia Paranaguá defendeu também a criação de um “termômetro” para monitorar varas e gabinetes. “Não no sentido de punir, mas para encontrar soluções viáveis. Enquanto a gente não tiver uma prestação jurisdicional rápida e eficiente, estaremos falando de injustiça”, finalizou.

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