Gustavo Henrique quer redução do Estado para financiar segurança pública

Ele revelou os motivos da desistência de sua vice, que desistiu de concorrer para apoiar Sílvio Mendes

08/09/2022 16:44h

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O aumento do efetivo das forças de segurança do Piauí para o enfrentamento da criminalidade no estado é uma das propostas em destaque na campanha do candidato ao governo Gustavo Henrique (Patriota).  Ele foi o entrevistado desta quinta-feira (08/09) na sabatina realizada pelo programa O Dia News, da O Dia Tv, com os candidatos ao Palácio de Karnak

Gustavo Henrique quer realizar concurso público anual para a Polícia Militar e expandir o Corpo de Bombeiros e o Instituto de Médico Legal (IML) para os municípios polos do Piauí. Ele defende ainda incentivo para prefeitos criarem as Guardas Civis Municipais para reforça a atuação policial.


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“O efetivo da Polícia Militar está defasado. O Piauí precisa de 16 mil policiais militares. Podemos alcançar isso com concursos de rotina com 3.500 homens e mulheres ano a ano. Até fechar os quatro anos com os 16 mil. Na Polícia Civil precisamos de efeito de 8 mil. Precisamos regionalizar o Corpo de Bombeiros, precisamos de 6 a 7 mil no efetivo”, disse.

Foto: Jailson Soares / O Dia

O candidato apresentou que os recursos para financiar o aumento do efeito virão da diminuição do Estado. Para ele, é necessário utilizar melhor os prédios públicos para diminuir a quantidade de aluguéis e “enxugar” as pastas do Governo que realizam as mesmas ou atividades parecidas. 

Troca de vice

Gustavo Henrique revelou os motivos que levaram a então candidata a vice na chapa do Patriota, Josselene Muniz, a desistir da disputa e anunciar apoio ao candidato do União Brasil, Sílvio Mendes. Ele fez acusações e disse ter provas. 

“Nos surpreendeu a incisividade pela busca de recursos. Sempre foi dito para todos os partido que o interesse do partido estrategicamente seria a candidatura a deputado federal para que possa ajudar na cláusula de barreira. Fomos transparentes. Nos últimos 15 dias ela passou a nos cobrar recursos, inclusive para natureza pessoal. Temos provas disso”., afirmou. 

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