Assassinato de grafiteiro pode ter sido motivado por acerto de contas, diz polícia

Laércio Andrade Serafim foi morto com disparos de arma de fogo no bairro Água Mineral.

09/08/2022 12:06h - Atualizado em 09/08/2022 12:09h

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O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga se o assassinato do grafiteiro Laércio Andrade Serafim, de 34 anos, pode ter sido motivado por acerto de contas. De acordo com o delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a dinâmica do crime aponta para uma execução

Laércio Andrade Serafim foi morto na tarde de ontem (08) com disparos de arma de fogo dentro de uma residência no bairro Água Mineral, zona Norte de Teresina. Segundo o delegado, pessoas que tinham relação com a vítima revelaram que Laércio seria usuário de drogas. 

Foto: Jailson Soares/O Dia

"A equipe de plantão conversou com pessoas do ciclo de relação com a vítima e elas disseram que era usuário de drogas, usava crack. Quanto à vida pregressa, estamos fazendo consultas, mas a informação inicial é de que ele não tem [passagens pela polícia]. Pelas circunstâncias, não sabemos se foi dívida de drogas, se a vítima praticou algum crime recentemente ou se teria se envolvido em alguma briga", afirmou o delegado.

Laércio Andrade Serafim era morador do bairro Planalto Uruguai, na zona Leste de Teresina, e foi morto no bairro Água Mineral. O grafiteiro estava andando pela rua quando foi perseguido por dois homens em uma motocicleta. Para fugir dos disparos, a vítima ainda chegou a adentrar em uma residência que estava aberta, mas foi morto dentro do imóvel. Após o crime, os suspeitos se evadiram do local.

"Segundo informações colhidas, a vítima já tinha esse costume de se afastar da residência por três ou quatro dias. Estamos procurando outras informações, para saber se a vida pregressa contribuiu para o crime", completou o delegado.

Até o momento não há confirmação sobre a identidade dos suspeitos de terem cometido o assassinato. As investigações sobre o caso continuarão a cargo do DHPP.

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Edição: Com informações de Chico Filho.

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