Denúncia: pontos de recarga do Setut cobram R$1 de clientes em pagamentos via Pix

Pelo menos dois pontos de Teresina estariam praticando essa cobrança: em uma papelaria próxima à Praça João Luís Ferreira e no Setut, Centro da Capital

14/09/2022 10:32h - Atualizado em 14/09/2022 10:52h

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Estudantes denunciaram ao PortalODIA.com que alguns pontos de recarga de passe de ônibus do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setut) estariam cobrando uma taxa de R$1 por cada pagamento feito na modalidade Pix. Segundo a denúncia, pelo menos dois pontos de Teresina estariam praticando essa cobrança: em uma papelaria próxima à Praça João Luís Ferreira e no Setut, Centro da Capital.

Segundo uma estudante universitária, na última sexta-feira (09) ela foi recarregar seu passe estudantil no ponto próximo à Praça João Luiz, onde funciona uma papelaria. Ao perguntar ao atendente do local se o pagamento poderia ser feito via Pix, o homem confirmou que sim, mas destacou que seria cobrada uma taxa de R$1.

(Foto: Reprodução)

“Eu perguntei porque estava sendo cobrado esse valor se a modalidade Pix é gratuita e não tem taxa. O homem da papelaria disse que era uma recomendação do Setut. Eu me recusei a pagar, fui até o banco sacar o dinheiro e voltei para fazer a recarga em espécie”, conta a jovem.

Outra estudante relatou ao PortalODIA.com que no Setut também é feita cobrança. Segundo a jovem, esse tipo de pagamento é irregular, já que nesta modalidade não é cobrado nenhum valor por parte dos bancos e operadoras. “Nem faz sentido cobrar taxas por Pix. O pessoal do Setut que faz isso”, pontua.

Setut já notificou pontos sobre cobrança irregular

Por meio de nota, o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setut) informou que não há recomendação para cobrança superior, via pix/débito, ao valor determinado para recarga de passe de ônibus. A entidade reitera que notificou todos os postos de recarga de Teresina para suspenção de qualquer cobrança, além do valor estabelecido pelo poder público. A entidade recomenda o cumprimento efetivo das cláusulas contratuais.

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