Funcionários do HU-UFPI denunciam redução da insalubridade e reajuste salarial

Presidente do Senatepi, Erick Riccely, disse que as negociações do acordo coletivo do trabalho são mediadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e que os profissionais estão há três anos sem reajuste salarial

10/02/2022 15:14h - Atualizado em 10/02/2022 15:18h

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Trabalhadores públicos concursados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e que atuam no Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (HU-UFPI) realizaram um ato na manhã desta quinta-feira (10). O grupo denunciou redução da insalubridade e reajuste salarial.

Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Os funcionários se mobilizaram na porta do HU-UFPI. O presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (Senatepi), Erick Riccely, disse que as negociações do acordo coletivo do trabalho são mediadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e que os profissionais do HU já estão há quase três anos em um processo de negociação sem fim.

“Já enfrentávamos a total precarização dos hospitais, alta demanda, sobrecarga de trabalho e escassez de profissionais. A partir de março de 2020 tudo piorou. Estou em busca dos direitos da categoria dos enfermeiros e por isso o SENATEPI reivindica a retomada do processo de negociação com a empresa, a prorrogação de todas as cláusulas vigentes do acordo coletivo de trabalho atual até a assinatura de um novo acordo”, disse.

O presidente afirmou ainda que a negociação do acordo coletivo de trabalho de 2020/2021 está parada no TST e que se não houver uma negociação justa, existe a possibilidade da deflagração de greve junto a outras categorias.

O DIA tentou, mas não conseguiu contato com a direção da Ebserh para esclarecimentos. O espaço permanece aberto para posicionamentos. 

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