Teresina: Educação aprova continuidade da greve; Saúde e Semcaspi podem parar

Com as atividades paralisadas desde o dia 7 de fevereiro, os professores reivindicam o reajuste de 33,24% linear

16/05/2022 17:32h - Atualizado em 16/05/2022 17:41h

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Os professores da rede municipal de ensino de Teresina aprovaram nesta segunda-feira (16/05) a continuidade do movimento grevista que completa 100 dias nesta terça-feira (17/05). O ato foi aprovado em assembleia geral convocada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (Sindsem). 

O presidente do Sindsem, Sinésio Soares, explicou que a greve continuará mesmo com a decisão do desembargador Oton Lustosa, do Tribunal de Justiça do Piauí, que manteve uma liminar que determina a ilegalidade do movimento. Segundo ele, o sindicato recorreu da decisão e aguarda uma decisão do pleno do TJPI.

Foto: Divulgação / Sindserm

“Houve a decisão de um desembargador apenas, o Sindserm recorreu e estamos esperando o plenário se reunir e decidir. Como se trata de uma pauta federal, mesmo se tivermos uma decisão contra os professores nós vamos recorrer para as instâncias superiores para que a lei seja cumprida”, disse Sinésio. 


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Com as atividades paralisadas desde o dia 7 de fevereiro, os professores reivindicam o reajuste de 33,24% linear, frente aos 16% encaminhados pelo prefeito Dr. Pessoa e aprovado por ampla maioria na Câmara Municipal.

Saúde e Semcaspi podem parar

Os profissionais da Fundação Municipal de Saúde (FMS) e da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI) também poderão parar as atividades na capital. Em assembleia geral nesta segunda-feira (16/05), as categorias ligadas às duas secretarias aprovaram um indicativo de greve. 

“As categorias estiveram presentes e decidiram aprovar o indicativo porque estão com pautas que não estão avançando. O indicativo é mostrando que se não avançar até quarta-feira (18/05) irão paralisar”, comentou Sinésio Soares. 

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