Uso de máscaras volta a ser obrigatório no Aeroporto de Teresina a partir de hoje (25)

Em aeroportos administrados pela CCR, como o de Teresina, o uso da máscara de proteção volta a ser exigido; medida é uma orientação da Anvisa.

25/11/2022 10:10h

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A partir desta sexta-feira (25) visitantes, comunidade aeroportuária e os passageiros que embarcam no Aeroporto de Teresina Senador Petrônio Portela devem utilizar máscara de proteção contra a Covid-19 e outras doenças virais. A medida é uma decisão da concessionária CCR, que administra o terminal aeroviário, em consonância com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A medida estabelece novamente a obrigatoriedade de uso do equipamento de proteção em espaços aeroportuários como saguão, sala de embarque, pátio, pista e também no interior das aeronaves. E visa reduzir o risco de contágio de covid-19, diante do aumento expressivo de casos da doença nas últimas semanas. Conforme orientação da própria Anvisa, as máscaras devem ser utilizadas ajustadas ao rosto, cobrindo o nariz, queixo e boca, minimizando espaços que permitam a entrada ou saída do ar e de gotículas respiratórias.


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(Foto: Arquivo / O DIA)

A CCR Aeroportos informou que “segue todas as orientações e protocolos das autoridades de saúde e da Agência de Aviação Civil (Anac) a fim de que todos se sintam seguros para voar e circular nos seus aeroportos”.

Conforme decisão da Anvisa de 13 de maio deste ano, permanece mantida a possibilidade dos serviços de bordo em voos nacionais. Dessa forma, será permitido remover a máscara para hidratação e alimentação no interior das aeronaves, bem como nas praças de alimentação ou áreas destinadas exclusivamente à realização de refeições nos terminais e demais ambientes dos aeroportos.

A obrigação do uso de máscaras será dispensada no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial, bem como no caso de crianças com menos de 3 anos.

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